"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso." Charles Chaplin.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Doe!


Na sexta-feira, dia 11 de Março de 2011, às 02h46min horário de Brasília,um terremoto devastador atingindo a magnitude de 9.0 na escala Richter aconteceu no Japão – um dos maiores registrados na história.

Comunidades inteiras foram devastadas e usinas nucleares destruídas. A radiação começa a se espalhar pela atmosfera, afetando agora regiões que supostamente estavam em segurança. O dano causados ao país, e principalmente ao povo japonês, é inimaginável. É nossa obrigação moral demonstrar apoio à Terra do Sol Nascente e fazer alguma coisa.

Todos nós idolatramos as séries e tecnologias criadas pelo Japão, admiramos a cultura desse povo lutador e sonhamos em algum dia ver de perto a beleza do país. Portanto, gostariamos de ajudar a financiar uma resposta imediata aos esforços de recuperação a longo-prazo que serão necessários para reconstruir comunidades destruídas no Japão.

A campanha ficará online durante 30 dias. Após esse período, haverá um intervalo de 14 dias para a finalização dos pagamentos pendentes e enfim poderemos encaminhar o valor arrecadado para a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo), que encaminhará para o governo japonês e às vítimas da tragédia pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil e pela Cruz Vermelha.

Seu nome será anotado e enviado para a Bunkyo, para que você seja reconhecido por sua participação e, ao final da campanha, divulgaremos nessa página o total arrecadado e o nome de todos que colaboraram com a campanha.

Sua doação – grande ou pequena – será um enorme passo para acelerar a recuperação do que foi destruído pelo terremoto no Japão. Se você tem qualquer dúvida, pode nos contatar pelo e-mail ajudeojapao@xpg.com.br.


http://www.ajudeojapao.xpg.com.br/index.html

terça-feira, 26 de abril de 2011

Cometa irá se chocar com a Terra mês que vem?

Um cometa se chocará com a Terra em 15/03, de acordo com a NASA.

No no site da NASA existe uma preocupação, o cometa monstruoso 2000 PN9, de 2,6km de diâmetro pode se chocar com a Terra no dia 15/03 desde ano.. ou seja, mês que vem.

SE ele não nos acertar, vai passar raspando mesmo, que já é o suficiente pra milhares de sites já confirmarem que vai ocorrer a famosa inversão de polos, pela grande proximidade das massas.

Isso explica o motivo de o governo americano ter estocando milhões de KITS de sobrevivência.

Existe um simulador com a rota final do asteróide no site da NASA, pra quem quiser ver, é atualizado toda hora, as vezes ele está se chocando, as vezes passa raspando, só clicar e ficar gelado.
Peço desculpas pela qualdiade do texto, ainda dei uma arrumada, mas como não consegui achar uma fonte melhor e todos os textos que achei na internet são iguais.
Muitos sites estão postando isso, e alguns desse ssites são sites confiáveis. Todos devemos nos lembrar de que todo ano, alguma noticia do tipo aparece. Para aqueles que entram em pânico com qualquer coisa: relaxem. A chance de um cometa dessa magnetude conseguir entrar inteiro na nossa atmosfera é pequena, já que qualquwr objeto que entre na atmosfera entra em combustão devido à altíssima velocidade e acaba se deteriorando. Particularmente, não duvido que isso possa acontecer e não duvido que essa notícia seja evrdade (o local de onde peguei essa notícia não possuia uma fonte). Mas acho pouco provavel que a NASA tenha "prevido" isso à tão pouco tempo (esse mês), quero dizer, com a quantidade de telescópios, satélites, entre outros aparelhos que circulam o nosso planeta, a NASA só foi ver um cometa gigantesco alguns dias atrás?
Ou seja, entre em pânico se quiser. Mas eu irei no show do paramore na terça e viverei minha vida até o dia 15 de março como sempre vivi.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Mulher de Touro



A mulher de Touro costuma ser tranqüila, calma, materialista e pouco afeita a demonstrações de emotividade. Poucas são as coisas que conseguem tira-la do sério, se ela é uma típica taurina. Somente uma boa provocação é capaz de fazer aflorar aquela taurina agressiva e violenta capaz de fazer um homem se arrepender por provoca-la! E este seu limite é bem amplo, é preciso muito para faze-la perder as estribeiras.

A taurina possui bastante confiança em seu próprio sexo para deixar que o homem escolhido seja o chefe. Caso ele não queira assumir o posto, ela não terá nenhuma dificuldade para assumir o comando, mesmo preferindo que não fosse assim.

No amor, ela espera que o parceiro retribua sua fidelidade e lealdade com devoção. Como ela é uma mulher que costuma ser fiel, alheia a namoricos e a aventuras amorosas, espera que o parceiro retribua na mesma moeda. Mas não se trata de ciúmes. A taurina não costuma ser ciumenta, pelo contrário, muitas vezes ela parece que nem consegue enxergar um palmo do nariz. Ela não vai fazer um escândalo por causa que o parceiro olhou para outra mulher ou fez alguns elogios. É preciso muito mais que isto para tira-la do sério. Mas, cuidado para não ultrapassar os limites e despertar o ódio de uma taurina! Deixa-la perder o auto-controle pode ser muito perigoso!

A elegância da taurina é algo que sempre vai surpreender os homens.

É aquela elegância genuinamente feminina, sem deixar de ser forte. A taurina não gosta de nada que é muito delicado ou cheio de flores. Ela não precisa disto para mostrar que é feminina. Elas possuem um talento nato para escolher as melhores roupas, aquelas que caem perfeitamente em seus corpos, como luvas. Somente se ela tiver um ascendente conflitante em sua carta natal, não será uma mulher elegante. Ela já nasce sabendo como combinar um sapato com um vestido, suas roupas quase nunca são decotadas ou muito chamativas, preferindo atrair os olhares muito mais pelo seu bom gosto, do que por sua sensualidade. Sim, a taurina esconde por trás de sua aparência tranqüila e seus modos educados, uma mulher sensual e ardente, como poucas.

Ao cruzar com alguém que não gosta, não arma um circo ou faz campanha para destruí-lo. Simplesmente o evita. A taurina tem uma capacidade imensa em demonstrar indiferença e frieza para com seus inimigos.

Elas, também não são muito afeitas a sonhos ou ilusões. Seus pés costumam ficar bem plantados no chão para se entregarem à fantasias. Elas são materialistas que acreditam mais no que vêem do que no que está para vir! Não espere que ela arrisque tudo em uma empreitada apenas porque todo mundo diz que é uma mina de ouro. Entre a certeza de guardar o que é seu, ou arriscar tudo para conseguir uma fortuna, ela fica com a primeira opção. Seu comportamento se baseia em seu senso lógico e pratico que não deixa muito espaço para apostas ou especulações. A taurina é lógica por natureza, do tipo que sempre procura a razão de tudo e sempre vai escolher o caminho mais curto porque é a coisa mais sensata á fazer.

Sabem por que é muito difícil ver uma taurina arrumando um vaso com flores artificiais? Por que suas flores devem ser verdadeiras, ter cheiro, cores e tudo mais. Se é para ter algo, elas nunca vão se contentar com uma cópia ou algo que sirva como substituto.

A mulher de touro é aquela que tem todos os sentidos aguçados. Ela se incomoda com o cheiro da fritura que sai da cozinha do restaurante e fica impaciente com o toque que o tecido de uma blusa possa causar em seu corpo. Se for para ouvir música, seus ouvidos darão preferência à acordes mais bem trabalhados. Com relação ao paladar, sua parte mais sensível, ela será exigente com a comida a ponto de reclamar do excesso de tempero ou criticar o chefe de cozinha. Por outro lado, raros são os taurinos (homens ou mulheres) que não são bons cozinheiros! Quanto a visão, ninguém melhor que ela para apreciar uma obra de arte, sentir-se maravilhada com a harmonia das cores ou perceber defeitos que ninguém consegue ver, igual a virginiana. A diferença é que ela não se sente muito incomodada com os erros alheios, costumando aceita-los da mesma forma que evita julgar as pessoas.

Seu ritmo de fazer as coisas quase sempre é lento e constante. Nunca apresse uma mulher de touro se não quiser deixa-la irritada. Ela odeia ter que correr para fazer as coisas ou apressar-se na escolha daquele vestido para ir ao mercado fazer compras. Impulsividade é uma palavra que não costuma fazer parte do seu dicionário.

Ela não é teimosa nem cabeça dura, como muitos possam pensar. Ela costuma levar mais tempo que as outras pessoas, pensando e refletindo sobre as coisas para qualquer argumento faze-la mudar de opinião! Na verdade, quando ela se recusa a creditar em algo esta querendo dizer: "Me convença!"

A taurina jamais é fresca ou mole. É muito raro encontrar esta mulher choramingando ou se fazendo de coitada para conseguir alguma coisa! Ela é capaz de aceitar um emprego, onde trabalhe muito e ganhe pouco, só para ajudar o marido a vencer uma crise financeira. Elas não precisam do ombro de ninguém para chorar, pois são muito fortes para perder tempo com lamentos e tristezas. Esta mulher corajosa não teme o amanhã e não se deixa abater facilmente. Pode ser que ela chore escondida pelos cantos, quando ninguém estiver por perto, mas jamais deixara que sua dor fique aparente. Para definir uma taurina, a melhor palavra é fortaleza!

segunda-feira, 7 de março de 2011






Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento.

Machado de Assis

O Amor





Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor.

William Shakespeare

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Fada



Nas histórias infantis, a fada é uns seres lendários, dotados de poderes sobrenaturais, que intervém de modo mágico nas questões humanas. Nessas narrativas, genericamente conhecidas como contos de fadas, aparecem também seres fantásticos de aspectos e comportamentos diversos, como elfos, gnomos e duendes.

A idéia de fada procede da Idade Média, mas em muitas mitologias anteriores surgiram figuras similares, como as ninfas gregas (Divindades femininas secundárias da mitologia grega, geralmente associadas à fertilidade e à água, e identificadas de acordo com os elementos naturais em que habitavam.) Nos contos infantis, as fadas são em geral belas, bondosas e de aparência etérea. Manifestam-se em momentos críticos para socorrer pessoas desamparadas, quase sempre jovens ou crianças. As tradições sobre fadas entre os povos nórdicos (Povos germânicos que habitam a Escandinávia e a Islândia. Caracterizam-se pela grande estatura e pele, cabelos e olhos muito claros.) da Europa, particularmente nas ilhas britânicas, descrevem-nas com características mais complexas e, às vezes, maldosas. Alguém levado para o país das fadas talvez nunca retornasse a viver entre os humanos. As fadas podiam se casar com seres normais, mas seus esposos morreriam se lhes viessem porventura a ser infiel.

Vários mitos paralelos sobre fadas originaram-se no correr dos tempos. Já se acreditou que ao nascer uma criança, por exemplo, as fadas tivessem papel preponderante na determinação de seu futuro. Daí o vocábulo latino fata, plural de fatum (destino), ser a referência etimológica. Atribuiu-se às fadas grande habilidade para fiar e tecer. A expressão "mãos de fada" teve origem nesse fato.

Evolução dos contos de fadas. O gênero inclui as narrativas populares de procedência folclórica, como "A Gata Borralheira" e "O Gato de Botas" e ainda bom número de contos tardios de invenção literária, como O príncipe feliz (1888), de Oscar Wilde. É difícil estabelecer distinção entre essas duas vertentes, porque desde tempos remotos as narrativas folclóricas receberam tratamento literário, enquanto os textos literários, fazendo o percurso inverso, se misturaram à tradição oral do folclore.

Coletâneas italianas pioneiras, como Le piacevoli notti (1550; As noites prazerosas), de Gianfrancesco Straparola, e o Pentamerone (1634-1636), de Gianbattista Basile, contêm histórias como "Branca de neve" e "A bela adormecida", vazadas em estilo literário altamente elaborado. Uma coletânea francesa posterior, os Contes de ma mère l'Oye (1967; Contos da mamãe gansa), de Charles Perrault, que inclui "Chapeuzinho Vermelho" e "A Gata Borralheira", permaneceu fiel à tradição oral e os Kinder-und Hausmärchen (1812-1815; Contos de fadas para as crianças e o lar), dos irmãos Grimm, foram diretamente transcritos de narrações orais.

Contos de fadas literários foram escritos no romantismo alemão por Goethe, Ludwig Tieck, Clemens Brentano, E. T. A. Hoffmann e, na Inglaterra vitoriana, por John Ruskin e Charles Kingsley. Poucas dessas criações, no entanto, conquistaram popularidade perene. O grande mestre da arte dos contos de fadas é o dinamarquês Hans Christian Andersen, cujas obras acabaram por igualar-se às histórias tradicionais em termos de aceitação universal. Escritos com humor, poesia e uma ingenuidade sincera, seus Eventyr (1835-1872; Contos) são altamente pessoais pelo estilo, com elementos autobiográficos e de sátira social à época.

Psicólogos e psicanalistas do século XX, entre os quais Sigmund Freud, Carl Gustav Jung e Bruno Bettelheim, interpretaram certos elementos dos contos de fadas como manifestações de medos e desejos comuns a todos os seres humanos. No livro The Uses of Enchantment (1976; A psicanálise dos contos de fadas), que deu origem a novas discussões sobre o tema, Bettelheim afirma que a natureza cruel e arbitrária de muitas histórias é, na verdade, uma reflexão instrutiva sobre a superação, natural e necessária para a criança, de várias fases de iniciação e desenvolvimento. Segundo suas palavras, "os contos de fadas dirigem a criança para a descoberta de sua identidade e comunicação, sugerindo também as experiências necessárias para desenvolver ainda mais seu caráter".

Rock and roll


Woodstock, o monumental festival realizado em agosto de 1969, ancorado no lema "três dias de paz e amor", consagrou o rock como a música símbolo do poderoso movimento jovem que revolucionava os costumes nos Estados Unidos a partir do início da década. Reprisado 25 anos mais tarde, o evento deu prova do vigor com que se implantara no gosto contemporâneo o ritmo ruidoso nascido como bandeira de rebeldia.
Rock and roll, ou simplesmente rock, é o estilo musical que surgiu nos Estados Unidos em meados da década de 1950 e, por evolução e assimilação de outros estilos, tornou-se a forma dominante de música popular em todo o mundo. Os elementos mais característicos do estilo são as bandas compostas de um ou mais vocalistas, baixo e guitarras elétricas muito amplificadas, e bateria. Também podem ser usados teclados elétricos e eletrônicos, sintetizadores e instrumentos de sopro e percussão diversos.
Do ponto de vista musical, o rock surgiu da fusão da música country, inspirada nas baladas da população branca e pobre do Kentucky e de outras regiões rurais do centro dos Estados Unidos, de estilo épico e narrativo; e do rhythm and blues, por sua vez uma fusão dos primitivos cantos de trabalho negros e do jazz instrumental urbano. Inicialmente de música muito simples, era um estilo de forte ritmo dançante. Entre os primeiros cantores e compositores, quase todos negros, destacaram-se Chuck Berry, Little Richards e Bill Halley, este líder de uma banda conhecida no Brasil com o nome de Bill Haley e seus Cometas, que gravou a pioneira Rock Around the Clock. As letras das canções da época referiam-se, de forma inculta e irreverente, a temas comuns ao universo dos jovens, como amor, sexo, crises da adolescência e automóveis. Utilizavam percussivamente o som das palavras e também sílabas soltas e onomatopaicas, como be-bop-a-lula, que deu nome a uma canção.
Elvis Presley foi o primeiro grande astro do rock e da emergente indústria fonográfica. Apoiadas, sobretudo no sucesso do gênero, as gravadoras americanas transformaram-se em impérios financeiros e, em sua intenção de tornar o rock atraente a uma maior audiência, promoveram transformações que descaracterizaram a vitalidade inicial do movimento. No início da década de 1960, no entanto, o rock inglês explodiu com uma carga de energia equivalente à dos primeiros músicos americanos do estilo e seu sucesso logo conquistou o público jovem americano. Destacaram-se no período The Beatles, banda inglesa cuja música foi influenciada diretamente pelos primeiros compositores do rock. Tipicamente agressiva era a postura dos Rolling Stones, a mais duradoura das bandas da época, ainda em atividade na década de 1990. A sonoridade das palavras voltou eventualmente a ser mais importante que o sentido, na tentativa de descrever experiências com o uso de alucinógenos. Na América, Bob Dylan tornou-se conhecido com o folk rock, que unia os ritmos do rock às baladas tradicionais da música country. Sua música encerrava uma mensagem política em linguagem poética.
Progressivamente, as letras das canções passaram a abordar os mais variados assuntos, em tom ora filosófico e contemplativo, ora ácido e mordaz. A música passou também por um processo de maior elaboração e surgiram os solistas de grande virtuosismo, sobretudo guitarristas, e arranjos com longas partes instrumentais de complexa orquestração. A cantora Janis Joplin, o guitarrista Jimi Hendrix e o cantor Jim Morrison, do The Doors, representam um período de fértil experimentação musical do estilo.
Na década de 1970, surgiram inúmeros subgêneros, como o rock progressivo do Pink Floyd, basicamente instrumental e conectado com a música erudita; o technopop do Alan Parsons Project, que explorava o sintetizador e as técnicas de estúdio; o art rock, ligado ao artista pop Andy Warhol e aos músicos John Cale e Lou Reed; o heavy metal do Kiss e do Van Halen e o punk rock do Sex Pistols, surgido no movimento punk, que levou a extremos a intensidade sonora dos instrumentos e a agressividade das letras e atitudes; o glitter de Alice Cooper e David Bowie, que acentuou o lado andrógino dos cantores, com figurinos exóticos e pesada maquiagem; e o pop rock, fusão do estilo a gêneros mais comerciais, com larga utilização de instrumentos eletrônicos.
Brasil. O primeiro grupo brasileiro a utilizar elementos do rock foi a banda Os Mutantes, na verdade criadora de uma estética original que incluía música regional, instrumentos elétricos, vocais elaborados e letras non-sense, ácidas ou humorísticas. Entre seus integrantes estava a cantora e compositora Rita Lee, que se lançou depois em carreira solo e foi considerada a criadora do rock brasileiro. Contemporânea do tropicalismo, movimento que se seguiu à bossa nova e revalorizou a música popular brasileira, a jovem guarda teve como principal figura Roberto Carlos, na época líder de um programa musical na televisão e que mais tarde dedicou-se à música romântica. Em relação ao cenário internacional, já havia muito de romântico e bem comportado no grupo, que tinha como referência o "iê-iê-iê" de The Beatles. Na década de 1980, proliferaram as bandas, como Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, a punk Ratos do Porão, Titãs, Blitz, além de solistas como Lobão e Lulu Santos. Os principais centros do movimento no país foram São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Em janeiro de 1985, realizou-se o primeiro grande festival de rock internacional no Brasil, o Rock in Rio I. O evento, de proporções inusitadas no país, apresentou shows ao ar livre em dez noites consecutivas, com os grupos mais importantes do rock mundial na época -- entre os quais Yes, Queen, Iron Maiden e Scorpions --, ao lado de artistas nacionais. Com gigantescas instalações de palco, luz e som, o festival atraiu um público de mais de 1,5 milhão de pessoas e reanimou carreiras em declínio, como a de James Taylor. O Rock in Rio II realizou-se seis anos depois no Maracanã, com a presença de estrelas internacionais como Prince e Guns'n Roses.